quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Células-tronco: a aposta da medicina atual



Células-tronco: a aposta da medicina atual


Mais de 300 doenças estão em fase final de testes.


A cada estudo realizado com célula-tronco, pesquisadores e cientistas descobrem um tratamento promissor e faz nascer esperanças naqueles que precisam de tratamentos com as células da vida. Doenças como Diabetes Tipo 1, Mal de Parkinson, asma entre outras já estão em estudos bem avançados.

Um estudo coordenado pelo professor Jonas Frisen, do Instituto Karolinska, na Suécia, mostrou como as células-tronco e vários outros tipos celulares contribuem para a formação de novas células da medula espinhal em camundongos. Ele demonstrou que essas células são inativas em uma medula espinhal saudável, e que a formação de células novas acontece principalmente por meio da divisão de células mais maduras.

Quando a medula espinhal é lesada, no entanto, essas células-tronco são ativadas e se tornam a principal fonte de novas células, porém não são suficientes para restaurar a funcionalidade da medula espinhal. “A melhora de pacientes paraplégicos, ainda é uma incógnita para os cientistas. Mas, acredito que esta experiência trará resultados surpreendentes para nós”, diz o diretor do Centro de Criogênia Brasil, Carlos Alexandre Ayoub.

A talassemia, um tipo de anemia hereditária, também mostrou resultado bem-sucedido com a terapia genética baseada em célula-tronco. A terapia foi aplicada num paciente de 21 anos, onde foram retiradas células-tronco da medula. As células foram “consertadas” em laboratórios e injetadas novamente no jovem.


Além destas, mais de 300 doenças estão em fase final de testes, com resultados positivos surpreendentes. No futuro espera-se reconstituir órgãos inteiros com células-tronco, não dependendo mais de transplante. “É por isso que cada vez mais casais buscam coletar e armazenar as células-tronco do cordão umbilical de seus bebês”, explica Ayoub.

As células-tronco são a grande aposta da medicina atual, pois ao se dividirem podem se transformar em qualquer um dos 216 tipos de células que formam o corpo humano, o que favorece tratamentos para doenças degenerativas, reduzindo tempo de tratamento e recuperação da qualidade de vida em doentes terminais.


Na Bahia, pesquisadores começam tratamento experimental com células-tronco

Na Bahia, pesquisadores começam tratamento experimental com células-troncoO experimento é para vinte brasileiros paraplégicos ou tetraplégicos 
Tatiana Sabadini
Publicação: 25/10/2010
A medula espinhal é a grande condutora de impulsos nervosos e motores entre o cérebro e o resto do corpo. Quando ela sofre alguma lesão, a comunicação se interrompe. Os braços e as pernas não mais respondem e a pessoa fica paralisada. Para tentar interligar o sistema novamente, os cientistas apostam no poder das células-tronco adultas. Em Salvador (BA), 20 brasileiros se preparam para passar por um tratamento — com resultados promissores em laboratório. As células serão retiradas dos próprios voluntários, multiplicadas e inseridas na área lesionada. A ideia não é curar, mas trazer mais qualidade de vida e maior mobilidade para paraplégicos e tetraplégicos. 

A pesquisa, realizada no Hospital São Rafael, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), começou há cinco anos. Na fase experimental, o tratamento foi feito em cães e gatos paraplégicos, que sofreram traumas por conta de acidentes. “Fizemos a cultura das células-tronco desses animais e depois as colocamos na lesão. Com uma cirurgia, instalamos o material na cicatriz fibrosa e tivemos um bom efeito”, explica Ricardo Ribeiro, imunologista, especialista em terapia celular e coordenador da pesquisa. 

Durante o estudo com animais, os resultados mostraram uma melhora no controle das funções fisiológicas urinárias e intestinais. Eles também esboçaram uma maior mobilidade nos movimentos, mas como é muito difícil aplicar atividades de fisioterapia nos bichos, elas não se desenvolveram, de acordo com o pesquisador. “Acreditamos que a parte de reabilitação depois da implementação das células vai ser um fator fundamental para a eficácia do tratamento. Não adianta nada ligar o fio, se não trabalharmos o músculo”, comenta Ribeiro. 

Para participar da pesquisa foram escolhidas 20 pessoas com paraplegia, com pelo menos seis meses e no máximo dois anos de trauma, que não tiveram corte completo da coluna e foram lesionados em acidentes de carro ou em piscinas. A ideia dos pesquisadores, nessa primeira fase, foi padronizar o grupo para analisar melhor os resultados. “Não começamos pelos casos mais graves, para tentar avaliar essas chances de recuperação desde o começo”, diz o coordenador do projeto. 

A paraplegia acontece quando a lesão na medula espinhal é na coluna torácica e tem como consequência a perda do movimento dos membros inferiores. Quando o problema acontece na cervical, determina uma tetraplegia, com a perda da sensibilidade dos membros inferiores e superiores. “No tetraplégico, a lesão é muito alta e mais complexa. Por isso, nessa nova fase vamos evitar a complexidade e pegar os casos um pouco mais simples. Dependendo do tipo de melhora e conforme o tratamento evoluir, vamos ampliar para outros pacientes”, conta. 

Desafio
Quando a medula sofre um trauma, o tratamento é primeiro emergencial e depois de intensa fisioterapia. Para Alexandre Fogaça, médico do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o grande desafio da ciência é encontrar uma alternativa para não só melhorar, mas para curar a lesão. “A comunicação entre o cérebro e o corpo é cortada. Atualmente, a primeira solução quando isso acontece é descomprimir a coluna. Depois, colocamos uma placa de metal para o indivíduo voltar a ter um certo equilíbrio. Mas podemos dizer que a lesão não tem tratamento. Nos últimos anos, estamos buscando um que seja eficaz”, comenta o ortopedista. 

Há cinco anos, o Hospital das Clínicas realizou um estudo similar com células-tronco adultas. Trinta pacientes participaram da pesquisa: 66% deles voltaram a registrar um impulso nervoso na medula espinhal. Eles apresentaram uma melhora na mobilidade, mas não na força. “Os pacientes tinham mais de dois anos de lesão e acreditamos que isso tenha influenciado. Uma fisioterapia complementar talvez tivesse sido necessária. É preciso analisar bem esses dados. No momento, estamos planejando outros trabalhos desse tipo”, revela Fogaça. 

A pesquisa em Salvador começou a ser colocada em prática no início de setembro, quando quatro voluntários tiveram células-tronco retiradas da medula da bacia. Logo em seguida, elas foram levadas para cultivo no laboratório — onde permanecem de duas a três semanas. “Geralmente, a concentração de células é pequena para realizar o tratamento, por isso colocamos enzimas para aumentar a proliferação, de 1% para 99%. É um trabalho muito minucioso, feito com muito cuidado para controlar o processo, porque as células podem facilmente se transformar em tumorais. São horas de observação”, explica Ribeiro. 

A segunda fase é injetar as células-tronco no local da lesão, por meio de uma cirurgia. A cicatriz do paciente é aberta e o material é injetado no local da lesão. “Acreditamos no potencial das células, porque elas podem ter a capacidade de formar novos nervos ou de produzir fatores para estimular um aumento de crescimento das fibras nervosas necessárias para tratar o trauma”, explica Ribeiro. 

Os pesquisadores esperam que os resultados possam ser percebidos nos primeiros dois meses depois da aplicação. Uma equipe multidisciplinar se prepara para acompanhar todo o processo. “É claro que não queremos transformar os pacientes em atletas ou maratonistas, mas esperamos que eles tenham uma melhor qualidade de vida, principalmente no controle dos esfíncteres uretral e anal”, diz o imunologista. O tratamento deve continuar com fisioterapia intensiva, e os voluntários vão ser acompanhados durante dois anos, período necessário para que se chegue a alguma conclusão científica.

Inaugurado centro de pesquisas em células-tronco

   Inaugurado centro de pesquisas em células-tronco

 

O Paraná vai ajudar nas pesquisas com células-tronco realizadas em todo o País. Qualquer instituição que tiver necessidade deste tipo de material poderá acionar o Centro de Tecnologia Celular (CTC), inaugurado ontem e implantado por meio de uma parceria entre o Ministério da Saúde e a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

O centro fica dentro do campus Curitiba e vai atender a demanda dos 52 laboratórios que fazem parte da Rede Nacional de Terapia Celular. O Ministério da Saúde está implantando oito CTCs, sendo o de Curitiba o segundo a ser inaugurado.

O investimento federal foi de R$ 3,4 milhões somente no CTC de Curitiba. A contrapartida da PUCPR será a manutenção da estrutura. O centro tem três salas de cultivo celular, onde as células-tronco se desenvolvem.

O local funciona com restrições rígidas, incluindo o controle de movimentação de pessoas e do ar que entra no laboratório. De acordo com o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Reinaldo Guimarães, o governo federal realizou duas chamadas públicas para projetos nesta área e foram aprovadas 90 pesquisas, que resultaram na formação da Rede Nacional de Terapia Celular.


“Estes projetos vão gerar trabalhos para serem publicados em revistas científicas, mas seria importante também tratar do ponto de vista voltado para o produto de saúde. E é necessário que este produto tenha boas práticas de fabricação. Com a instalação dos centros de tecnologia celular será possível desenvolver linhagens brasileiras de células-tronco com essas boas práticas”, comenta.
Guimarães explica que, desde 2005, foram aplicados cerca de R$ 80 milhões na pesquisa de células-tronco no País, sendo a metade deste valor custeada pelo Ministério da Saúde. Também participam do repasse de verbas o Ministério da Ciência e Tecnologia e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Além de abastecer a Rede Nacional de Terapia Celular, o centro também vai ajudar com células-tronco para as pesquisas do Núcleo de Cardiomioplastia Celular da PUCPR, que está desenvolvendo 36 projetos.

A pesquisa com células-tronco na instituição acontece desde 2000. “Hoje entendemos o mecanismo de funcionamento das células-tronco. Já estamos na segunda geração de células-tronco, que são mais específicas. Dentro de pouco tempo talvez seja possível oferecer as células-tronco como se fossem remédios, que ficarão estocados em hospitais e serão aplicados na fase aguda (inicial) da doença”, explica o coordenador do CTC da PUCPR, Paulo Brofman. Ele acredita que isto pode acontecer entre três e cinco anos.
A instituição atualmente trabalha com pesquisas de células-tronco para doenças neurológicas, trauma medular, Parkinson, Alzheimer e autoimunes (como a diabetes), além de enfermidades do pulmão, fígado e coração.
Guimarães alerta que, com exceção do transplante de medula óssea e da recuperação de cartilagens, tudo o que se refere à células-tronco ainda é experimental.
Ele cita que há médicos dermatologistas oferecendo tratamentos com células-tronco, o que é proibido. Não existe autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária para isto.

sábado, 16 de outubro de 2010

Cientistas veem retrocesso na discussão moral sobre o aborto

MEDGADGET.COM
 Células-tronco embrionárias são as únicas do organismo com capacidade de se multiplicar sem limite

Para os pesquisadores, a ênfase à questão expõe conservadorismos, mas ainda não põe em risco avanços científicos, como pesquisas com células-tronco

Cida de Oliveira, Rede Brasil Atual 

A intensidade com que assuntos morais figuram na pauta dos candidatos à Presidência da República é um retrocesso, na opinião da imunologista Milena Botelho Pereira Soares, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz da Bahia. “Questões como aborto não deveriam ter espaço na agenda dos candidatos. Cabe a eles discutir as propostas que têm”, critica.

A cientista, que investiga meios de utilizar células-tronco da medula óssea ou cardíacas no tratamento de males causados ao coração pela Doença de Chagas, não acredita, no entanto, que a onda de conservadorismo prejudique pesquisas como as que ele desenvolve.
A visão é compartilhada pela geneticista Lygia da Veiga Pereira, do Instituto de Biociências da USP, responsável pela criação da primeira linhagem brasileira de células-tronco embrionárias humanas extraídas de embriões congelados em clínicas de fertilização, que as jogariam no lixo.

O uso de embriões nas pesquisas é amparado por lei”, afirma a geneticista. A lei em questão é o artigo 5º da lei 11.105/05, conhecida como Lei de Biossegurança, que permite o uso de embriões humanos produzidos por fertilização in vitro que não foram usados no respectivo procedimento.

Segundo as cientistas, a grande confusão que se faz entre células-tronco e aborto está relacionada a aspectos filosóficos e religiosos sobre o início da vida. Seja como for, conforme elas, estudos apontam para fontes de células que, além de versáteis como as embrionárias, não apresentam problemas, como a geração de tumores.

O tema do aborto emergiu no debate eleitoral em função de uma movimentação de setores da Igreja Católica e de igrejas evangélicas que acusam o PT e a candidata Dilma Rousseff de serem favoráveis ao aborto. A legenda se posiciona sobre a discriminalização de mães que recorrem à prática, sem alterar a legislação em outros pontos. Porém, a pressão levou a concorrente governista à Presidência a assumir compromissos de não fazer alterações na lei em temas sensíveis para esses setores.”


Fonte: Brasil Brasil

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Resultados de células embrionárias sairão em meses


Resultados de células embrionárias sairão em meses

Os primeiros resultados do inédito teste de células-tronco embrionárias em seres humanos devem estar disponíveis dentro de alguns meses, segundo afirmou ontem o coordenador da experiência, que pode revolucionar os tratamentos médicos. Richard Fessler não deu muitos detalhes sobre a divulgação dos resultados, mas confirmou que o primeiro paciente já recebeu a injeção de células-tronco embrionárias.
Demoraremos pelo menos oito meses para completar esta primeira etapa. É assim que avaliamos se o método é seguro
O material, convertido em laboratório em precursoras de células nervosas, atuará na medula espinhal do voluntário, que sofreu um trauma na coluna há menos de duas semanas. O transplante, anunciado na segunda-feira, marcou a largada dos primeiros testes clínicos com as células embrionárias. A fase inicial da pesquisa deve durar oito meses - cada qual dedicado a um participante do estudo.
Os testes clínicos são conduzidos no Shepherd Center, em Atlanta, nos EUA, com gerenciamento da Geron Corp. Richard Fessler ressaltou ontem que a seleção dos pacientes será rigorosa, e que os candidatos que preencherem todos os requisitos só terão 11 dias para decidir se querem ou não submeter-se à terapia experimental.


Pacientes terão advogados para evitar pressões
Sete centros de pesquisa do país estão aptos para cadastrar interessados em participar do experimento. Os médicos podem recomendar pacientes que tiveram a coluna esmagada, mas não partida, em um intervalo inferior a duas semanas. Os candidatos também não podem ter infecções ou histórico de câncer.
A etapa seguinte avaliará se as hastes metálicas ou parafusos usados na estabilização da coluna do paciente obstruem a visão da medula em um aparelho de ressonância magnética.
Se estas condições forem preenchidas, o paciente pode receber as células embrionárias. Desde, é claro, que ele não tenha qualquer resistência pessoal ao tratamento. Os candidatos têm 11 dias para resolver eventuais conflitos éticos ou religiosos. O prazo, segundo Fessler, não é arbitrário.
- Temos de fazer os testes até duas semanas após o ferimento. São três dias de exames pré-operatórios. Portanto, a decisão precisa sair até 11 dias depois da lesão - calcula.
Logo depois da injeção, que conta com cerca de 2 milhões de células, os pesquisadores buscarão sinais de toxicidade no paciente.
- Vamos esperar 30 dias para ter certeza de que não houve reações adversas - explica. - Só depois é que partimos para o paciente seguinte. Portanto, demoraremos pelo menos oito meses para completar esta primeira etapa. É assim que avaliamos se o método é seguro. Depois, tentaremos saber se ele surtiu algum efeito.
Os médicos acompanharão os transplantados enquanto eles estão sob efeito de medicamentos para suprimir seu sistema imunológico (evitando que o organismo rejeite a injeção). Esta etapa se estende por 45 dias após a cirurgia.
Os pacientes serão monitorados por 14 anos, período em que os médicos vão procurar por avanços motivados pela injeção das células-tronco.
- Considerando o estágio inicial dos transplantados, não espero qualquer progresso motor ou sensorial em meses - avisa Fessler.


Terapia no Brasil pode pular etapas fracassadas
O estabelecimento de um mês de espera entre cada transplante agrada Mayana Zatz, diretora do Centro de Estudos do Genoma Humano e do Instituto Nacional de Células-Tronco em Doenças Genéticas, da USP.
- Se houver qualquer reação adversa, ela acometerá apenas uma pessoa, e não os oito pacientes simultaneamente - lembra. - Os reparos serão feitos no decorrer desta primeira fase.
Embora o objetivo inicial seja testar a segurança da injeção de células-tronco, Mayana gostaria que mais dados sobre a terapia fossem divulgados para a comunidade científica. A Geron Corp, no entanto, deve manter o resultado dos testes clínicos em sigilo. A identidade do primeiro transplantado tampouco foi revelada.
- Seria interessante ter acesso a mais informações. Ainda assim, valeu a pena lutar pelas células-tronco - comemora. - E os pacientes brasileiros não devem achar que estão perdendo alguma coisa. Quando chegar a vez de trazer o método para cá, vamos poder pular as etapas que não surtiram o efeito desejado nos EUA.
(*) Com agências internacionais
Fonte: O Globo

EUA começam tratamento com células-tronco


Começa tratamento com células-tronco


O primeiro ser humano a ser tratado com células-tronco embrionárias é um paciente de Atlanta, na Geórgia (sul dos EUA), que se tornou paraplégico depois de uma lesão na medula espinhal. Trata-se da primeira entre cerca de dez pessoas com paralisia que receberão o tratamento experimental, oferecido pela empresa americana Geron, nos próximos meses. A identidade do doente não foi revelada por enquanto.

Fonte: Clicrbs

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

AJUDE A CACCST - CASA DE APOIO A CRIANÇA COM CÂNCER


Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa - CACCST 


A CACCST - Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa é uma instituição de caráter social sem fins lucrativos que atua no estado do Rio de Janeiro na assistência às crianças carentes portadoras de câncer e suas famílias. Sua atual sede está localizada na Rua Santos Rodrigues, 60 - Bairro Estácio.

:: CACCST - Rua Santos Rodrigues, 60 - Estácio
Tel: (21) 2502-8343 / 2220-2668 
Rio de Janeiro/RJ 
CEP 20250-430 ::

Acesse o site e saiba como ajudá-los: CACCST

A Comunidade no Orkut: Gabriela Sou da Paz, está fazendo uma campanha para arrecadar 500 latas de leite Ninho para à CACCST - Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa.

Você também pode colaborar com essas crianças. Pode doar quantas latas quiser! 
Quem mora no Rio pode fazer a entregue para um dos voluntários do Movimento Gabriela Sou da Paz e quem não mora e quiser ajudar fazendo o depósito do valor, pode fazer, que depois tudo será informado através de Nota Fiscal. Um trabalho super sério!!!

Que tal colaborar com essas crianças??? Faça sua parte!
 
Clique aqui para maiores informações Movimento Gabriela Sou da Paz 

Contamos mais uma vez com a ajuda de todos para mais um lindo gesto de solidariedade.

"Qualquer ato de amor, por menor que seja, é um trabalho pela paz." (Madre Tereza de Calcutá)

Deus lhes abençoe

Sandra Domingues
 

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Dia 27 de setembro - Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos



ADOTE A VIDA! SEJA DOADOR DE ORGÃOS! 

A legislação brasileira sobre o processo doação transplante estabelece que somos todos doadores de órgãos desde que após a nossa morte um familiar (até segundo-grau de parentesco) autorize, por escrito, a retirada dos orgãos.
Portanto, não basta você querer ser um doador de orgãos. Sua família também precisa saber. São eles que vão autorizar os médicos a fazer o transplante da sua vida para outras vidas. 

Diga em casa, diga para seus amigos, diga para todo mundo que você quer ser um doador.

Qualquer pessoa pode doar órgãos. Nenhuma religião é contra a doação. Pelo contrário, toda religião apóia o amor aos outros, que inclui o ato de doar-se. 

Para um transplante de orgãos, só importa a compatibilidade entre você e as várias pessoas que esperam um coração, um pulmão, um rim. Uma vida. Não é necessário nenhum registro em documento. 

Basta deixar a família avisada. Ela vai considerar isso como último desejo e autorizar a doação. 

O cartão de doador e o cadastro que disponibilizamos aqui não substituem a manifestação da família, mas é um importante símbolo de sua vontade que poderá ajudar em um momento de tomada de decisão. 

Parte das famílias que não autoriza a doação dos órgãos de um ente querido age assim por desconhecer a opção do falecido. DOAÇÃO UM ATO DE AMOR Desde que comprovado a morte encefálica e que a pessoa não tenha mais condições de sobreviver a doação, nesse caso, salvará uma ou várias vidas e isso é um ato de amor. 

Sou contra o tráfico de orgãos, mas a favor de doação de orgãos depois que comprovado a morte encefálica. 

NÃO ao Tráfico de Orgãos....mas SIM à Doação de Orgaõs!


quinta-feira, 23 de setembro de 2010

NESSE DIA DAS CRIANÇAS DÊ UM PRESENTE ESPECIAL

                 

QUE TAL FAZERMOS ALGO DIFERENTE?!

Nesses dias tradicionais, onde todos presenteiam os seus entes queridos e se reunem em uma grande festa...que tal dividirmos um pouquinho desse calor humano com nossos semelhantes ?

Entre nos Blogs mencionados ao lado, conheça a história de cada uma dessas crianças e saiba como ajudá-las.
Entre em contato com os pais das crianças, se puder visite-os, abraçe-os e mais ABRACE essa causa!

Deposite qualquer valor nas contas das crianças, mencionadas nos Blogs e saiba que qualquer quantia é bem vinda.
Para nós R$ 1,00 pode não significar tanto, mas para eles pode fazer a diferença.
É a esperança de uma qualidade de vida melhor!

Células-Tronco...Eu Acredito!

Sandra Domingues
23/09/2010

sábado, 18 de setembro de 2010

BCU faz primeira coleta de células tronco do cordão umbilical do RS em Rio Grande

O material tem demonstrado expressiva vantagem em sua eficácia terapêutica, além disso, terá 100% de compatibilidade com o bebê, e poderá ser utilizado no tratamento de parentes próximos

Foto: Fábio Dutra

BCU faz primeira coleta de células tronco do cordão umbilical do RS em Rio Grande

O médico obstetra Ari Lima informou que o procedimento é simples, indolor e sem riscos para a mãe ou para o bebê.


A unidade do Banco de Cordão Umbilical Brasil (BCU Brasil) no Rio Grande do Sul realizou a primeira coleta no Estado, em Rio Grande, no começo do mês de setembro. O procedimento foi realizado pelo médico obstetra Ari Gonçalves Lima na paciente Fabiana Bortolini. Conforme o médico, atualmente, as células tronco do sangue do cordão umbilical podem ser utilizadas em procedimentos de transplantes ou terapia celular para diversas doenças autoimunes, como leucemias, diabetes, anemias, entre outras.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 90 doenças já podem ser tratadas com a utilização de células tronco, e outras tantas estão sendo pesquisadas. Lima informou ainda que o procedimento é simples, indolor e sem riscos para a mãe ou para o bebê, já que a coleta é feita a partir do sangue do cordão umbilical ou da placenta logo após o parto.

Segundo informações do BCU, a vantagem de coletar o material do cordão umbilical é que, por ser uma célula jovem que ainda não sofreu nenhuma influência de fatores externos (estresse, tempo, medicamentos, infecções, alterações de temperatura), tem demonstrado expressiva vantagem em sua eficácia terapêutica.

Outro diferencial, de acordo com o master franqueado do BCU no RS, Guilherme Osório, é que o material terá 100% de compatibilidade com o bebê, além da possibilidade de ser utilizado em parentes próximos, em especial os pais. Guilherme explicou ainda que atualmente, já existe sangue de cordão congelado por 20 anos, no entanto, o período máximo de armazenamento é indeterminado, “por ser uma descoberta recente, o prazo ainda está sendo observado”, comentou.

A estudante de medicina, Fabiana Bortolini, e o marido, o médico clínico César Henriques Pereira Júnior, decidiram coletar o material da filha, Carolina Bortolini Henriques, que nasceu às 7h15min, do último dia 3 de setembro, em função dos diversos benefícios que, conforme Fabiana, já são comprovados.

“Esperamos nunca precisar, mas decidimos fazer a coleta como uma espécie de seguro”, contou a mãe. Ela explicou que por ser da área médica, tanto ela quanto o marido, acompanham as pesquisas, sobre tratamentos com células tronco retiradas do cordão umbilical, desde o início. “Ainda há pouca divulgação no Brasil, mas são milhões de benefícios”, disse. Ela também comentou que existem outras empresas no Rio Grande do Sul que armazenam o material, como a HemoCord, no entanto, a BCU é a única que possui uma enfermeira especializada em Rio Grande, apesar de o material ser armazenado em laboratório situado em São Paulo.

Ari Lima informou que o preço inicial da coleta é de R$3,8 mil, que podem ser parcelados, e a manutenção é de R$600 anuais. “Um valor acessível, mas que pode baixar com uma maior divulgação do assunto”, constatou. Ele também disse que nenhuma porcentagem do valor é repassada ao médico, já que o procedimento da coleta é realmente muito simples.

Por Tatiane Fernandes
tati@jornalagora.com.br

Fonte: Jornal Agora

Ponto para os Chineses: 2 x 0

O Brasil começa a aplicar um tratamento que já sendo feito e bem sucedido na China desde 2002, mas que, puramente por questões burocráticas, não é até então reconhecido no Brasil...mas que os cientistas e médicos brasileiros sabem que funciona, ah, isso sabem e prova disso é que o tratamento com células-tronco começa a ganhar cada vez mais espaço no Brasil e isso é excelente, antes tarde do que nunca.

Quem sabe os "nossos brasileirinhos" num futruro breve, não precisem mais ir à China para realizar o tratamento com células-tronco de cordão umbilical.

Células- Tronco Eu Acredito!

Sandra Domingues

18/09/2010





sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Esperança para os paraplégicos

Nova técnica com uso de células-tronco devolve a paraplégicos sensibilidade e reflexos

Rio - Vinte brasileiros paraplégicos serão os primeiros a testar um tratamento com células-tronco que promete recuperar parte da sensibilidade e dos reflexos dos pacientes. O estudo pioneiro começou na semana passada e está sendo desenvolvido pelo Centro de Biotecnologia e Terapia Celular do Hospital São Rafael, em Salvador, em parceria com a Fiocruz e o Hospital Espanhol.

Segundo o coordenador do estudo, Ricardo Ribeiro, na primeira fase será testada a segurança do procedimento: riscos e efeitos colaterais. Na segunda fase — que ainda não tem data para começar — o número de voluntários deve aumentar para cerca de 60 pacientes.


“Na primeira fase já esperamos que a qualidade de vida desses pacientes melhore, principalmente em relação ao controle dos esfíncteres anal e uretral. Se conseguirmos que eles tenham essa melhora, já será um ganho”, afirmou Ribeiro. “Não estamos preparando ninguém para correr maratona”, ponderou o especialista.

De acordo com Ribeiro, em testes com cães e gatos paraplégicos, foi possível notar melhoras em menos de um mês. Em quase metade dos casos, os animais recuperaram parcialmente os movimentos.

A princípio, os testes serão restritos a pessoas que ficaram paraplégicas há pelo menos 6 meses por acidentes de trânsito. Entretanto, a seleção de pacientes para a segunda fase ainda está em andamento. Interessados devem enviar um email para ticiana@cbtchsr.org.

Ponto para os Chineses!

Eles estão desde 2002 fazendo o que o Brasil começa agora a fazer !

Yoko é prova disso:

Quase dois meses depois de viajar para a China, a estudante Yoko Farias, 26 anos, está de volta ao Recife. A jovem, que foi para o outro lado do mundo em busca de tratamento com células-tronco para ajudar na recuperação de uma lesão medular que provocou paralisia nos seus membros superiores e inferiores, chegou à capital pernambucana na madrugada da sexta-feira passada.

Esperançosa, Yoko já apresenta melhora na sensibilidade em algumas áreas do corpo. Também conseguiu adquirir mais força muscular. E assim, demonstra mais controle dos movimentos que antes tinha dificuldade de realizar. Yoko ficou tetraplégica após um acidente numa cama elástica, em julho de 2004, quando fraturou a coluna.

Na íntegra: YOKO VOLTA DA CHINA E APRESENTA MELHORA

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

CHURRASCO SOLIDÁRIO COM BINGO em prol Gabi


Queridos amigos, convidamos a todos para mais um evento cheio de surpresas. O CHURRASCO SOLIDÁRIO COM BINGO em prol Gabi. A campanha para levarmos Gabi à China está de 'vento em popa', mas precisamos de sua participação para que esse evento também seja um sucesso.

O churrasco será realizado pela empresa J.A. Churrasqueiro, que estará doando esse dia para nossa menina.
Com buffet completo, refrigerante e sobremesa, também terá como cortesia duas rodadas de bingo.

O local tem bastante espaço para as crianças brincarem com segurança. Pura diversão!!!!


CRC Esportes - Rua Benjamim, 75 – Mooca (final da Rua dos Trilhos) DIA 11/09/2010 - A partir das 12h INGRESSO R$ 20,00 ADULTO E R$10,00 (crianças de 9 a 12 anos)


Conheça a história de Gabriela, essa linda menina de apenas 7 anos, portadora de paralisia cerebral decorrente de problemas no parto, que está na luta por uma qualidade de vida melhor e em campanha para ir à China realizar o tratamento com células-tronco.

Acesse o site e saiba como ajudá-la: Gabi um Sorriso

Os papais de Gabrielle farão esse churrasco para ver se conseguem fechar a campanha e se conseguem embarcar com a pequena para à China, rumo à esperança da cura.

Vamos ajudar!

Quem não for de São Paulo e não puder comparecer ao churrasco, vale a compra do ingresso virtual...ou seja, façam um depósito referente ao valor do convite na conta da Gabi e ajudem o sonho se tornar realidade. Para nós é uma quantia que não nos fará falta, mas para a Gabi pode fazer a diferença.


Faça você também a diferença na vida da Gabrielle.


Conto com vocês.

Sandra Domingues
10/09/2010

Apoio:
Movimento Gabriela Sou da Paz

Revista zaP: Hora da Solidariedade

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Nathan Channoschi na Orkutv

O pequeno Nathan Channoschi esteve com os seus papais guerreiros, Érika e Fernando no dia 31/08/2010 na Orkutv numa entrevista com o amigo Barjon, para falarem um pouco sobre o tratamento com células-tronco, que ainda é cercado de tabus, mas que para nós que temos acompanhado de perto o passo-a-passo do tratamento dessas crianças que estão embarcando em busca da esperança da cura e podemos ver as melhoras significativas que cada uma delas apresentam, em um curto espaço de tempo, podemos afirmar que sim...vale a pena e enquanto houver vida há esperança.

Células-Tronco EU ACREDITO !!!

Vejam parte da entrevista e o apelo emocionado do apresentador Barjon, que abraçou com carinho a campanha do Nathan!





Barjon G. Mello

skype: bgmello

(11)9820.6666

ASSISTA

Meu momento com você

toda 3.feira às 20:00hs

www.orkutv.com.br