quarta-feira, 16 de maio de 2012

Escudo de células-tronco pode proteger pacientes de efeitos da quimioterapia



Cientistas nos Estados Unidos acreditam que pode ser possível usar um 'escudo' de células-tronco para proteger pacientes de câncer dos efeitos colaterais da quimioterapia.
O tratamento destrói células cancerosas, que se dividem rapidamente, mas também podem afetar outros tecidos saudáveis, como a medula óssea ou células sanguíneas, aumentando o risco de infecção e causando falta de ar e cansaço.
Na nova pesquisa do Fred Hutchinson Cancer Research Center, publicada na revista científica 'Science Translational Medicine', células-tronco da medula óssea de pacientes com tumores cerebrais foram retiradas e modificadas com um gene resistente à quimioterapia. As células foram então injetadas novamente no sangue dos pacientes.
'Este tratamento é análogo a disparar contra as células cancerígenas e as células da medula óssea, mas dando às da medula óssea um escudo protetor, enquanto se deixa o tumor desprotegido', disse a pesquisadora Jennifer Adair.
Sobrevida maior
O principal autor do estudo, Hans-Peter Kiem, disse que os resultados dos testes com três pacientes foram muito positivos.

'Concluímos que os pacientes foram capazes de tolerar melhor a quimioterapia, sem efeitos negativos, depois da transplantação das células-tronco modificadas na comparação com pacientes em estudos anteriores, que receberam o mesmo tipo de quimioterapia, mas sem receber as células-tronco modificadas', afirmou ele.
De acordo com os pesquisadores, todos os três pacientes viveram mais que a média de 12 meses de sobrevida prevista para esse tipo terminal de câncer (glioblastoma) e um deles ainda estava vivo 34 meses após o tratamento.
A cientista da ONG Cancer Research UK Susan Short disse que o estudo americano traz uma abordagem completamente nova à proteção de células normais durante o tratamento de câncer.
'Ainda é necessário conduzir testes com mais pacientes, mas pode ser que possamos usar quimioterapia para mais pacientes sofrendo de câncer de cérebro do que imaginávamos anteriormente.'
'Esta abordagem também pode ser um modelo para outras situações em que a medula óssea é afetada por tratamentos contra o câncer.'
Fonte: G1

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Ministério da Saúde expandirá produção de células-tronco



Serão investidos R$ 15 milhões na qualificação de oito centros de tecnologia celular e publicação de editais de pesquisa na área
O Ministério da Saúde vai investir R$ 15 milhões em terapia celular em 2012.A maior parte do recurso – R$ 8 milhões – será voltada para concluir a estruturação de oito Centros de Terapia Celular, que ficarão responsáveis pela produção nacional de pesquisas com células-tronco. Atualmente, grande parte dos insumos utilizados nas pesquisas com células-tronco realizadas no Brasil são importados. Os outros R$ 7 milhões serão aplicados em editais de pesquisa abertos ainda este ano.
O anúncio foi feito pelo ministro Alexandre Padilha, durante a abertura do Encontro com a Comunidade Científica 2012, realizada na noite de ontem, segunda-feira e que segue até quarta-feira (18), no Edifício Brasil 21, em Brasília.“O objetivo é incentivar a independência tecnológica do País e proporcionar autonomia produtiva e know how numa das áreas mais inovadoras da saúde”, explicou o ministro.
Com esta ação, o governo quer ampliar o uso da medicina regenerativa na recuperação de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), em tratamentos como regeneração do coração, movimento das articulações, tratamento da esclerose múltipla.
“O know how de produção de suas próprias células-tronco, embrionárias e adultas, vai baratear as pesquisas na área e possibilitar a produção em escala para uso comercial”, explicou o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos Carlos Gadelha. “A intenção é tornar esses centros aptos a subsidiar hospitais públicos e privados na recuperação de órgãos de pacientes”, afirma o secretário.
A terapia celular ainda não é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina brasileiro, o uso em pacientes só é permitido no âmbito das pesquisas clínicas. A exceção é o uso das células-tronco derivadas da medula óssea humana, que já vêm sendo empregadas com sucesso no tratamento de pacientes com hematológicas, como leucemias e anemias.
Centros 
Os oito Centros de Tecnologia Celular estão localizados em sete municípios do país: três na Universidade de São Paulo na capital paulista (USP-SP), um na USP-Ribeirão, um na Universidade do Rio Grande do Sul, um na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-Paraná), em Curitiba, um no Instituto Nacional de Cardiologia do Rio de Janeiro e um no Hospital San Rafael, em Salvador (BA).
Três deles já estão em atividade – o de Curitiba, o de Salvador e o de Ribeirão Preto –, com recursos do Ministério da Saúde. Os outros cinco estão em fase de construção. O mais avançado é o da PUC-Paraná, que tem pesquisas concluídas, já produz células-tronco adultas e aguarda autorização da Anvisa para ampliarem a produção para escala comercial. Já deu suporte a cinco pesquisas clínicas envolvendo 80 pacientes cardíacos. Alguns dos pacientes voluntários nas pesquisas do centro da PUC-Paraná tinham anginas intratáveis que lhes impossibilitavam de fazer qualquer esforço físico, mas, com o tratamento, tiveram seus corações recuperados e hoje têm vida normal, com prática constante de atividade física. O centro já começou a produzir célula-tronco para uso em cartilagem, os chamados condrócitos, e aguarda liberação do Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) para realizar pesquisas envolvendo a regeneração de articulações de joelho e do quadril.
A USP Ribeirão Preto está desenvolvendo pesquisas na área de diabetes. No Hospital San Rafael, em Salvador, os estudos são em traumatismo de medula óssea e fígado.
Os centros começaram a ser criados em 2008, quando o Ministério da Saúde criou, em parceria com Finep, BNDES e CNPq, a Rede Nacional de Terapia Celular, constituída por 52 grupos de pesquisadores envolvidos em estudos principalmente de tratamento de doenças autoimunes, como diabetes, esclerose múltipla e traumatismo de medula. Esta foi uma iniciativa inédita em termos de pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico na área da medicina regenerativa em todo o mundo.
Evento 
O Encontro com a Comunidade Científica 2012 reúne cerca de 600 pesquisadores de todo o país. O investimento tem terapia celular faz parte de um pacote de investimentos de R$ 165 milhões em pesquisas em 2012. Serão publicados seis editais em diferentes áreas. Os demais recursos vão para doenças negligenciadas, pesquisa clínica, avaliação de tecnologias, coortes e gestão do trabalho e educação em saúde.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

As células-tronco e a ilusão chinesa


Uma investigação revela que nem o governo consegue acabar com esse engodo. Como os brasileiros podem se proteger


É possível enxergar a realidade de várias formas, mas uma doença grave na família quase sempre canaliza os olhares para um foco único: o da esperança. A confiança em uma coisa boa é apenas uma das definições de esperança, segundo o Dicionário Houaiss. Há uma outra. Ela quase sempre escapa pela janela quando a moléstia avança pela porta: esperança é algo que não passa de uma ilusão.

Nos últimos anos, famílias de brasileiros que enfrentam graves doenças foram atraídos pelas promessas de cura feitas por empresas instaladas na China. As células-tronco chinesas viraram a panaceia do novo milênio. Em apenas um site da internet, é possível receber a oferta de soluções para problemas que nem as melhores cabeças do mundo, somadas, foram capazes de encontrar.
Autismo, ataxia, esclerose lateral amiotrófica (a doença do famoso físico britânico Stephen Hawking), paralisia cerebral, derrame, lesão medular, distrofia muscular, epilepsia, Parkinson, doença de Huntington. A lista é ainda maior.
Por milhares de dólares, as empresas oferecem injeções de células-tronco que ninguém sabe de onde vêm. Os cientistas mais respeitados do mundo nessa área não sabem se os chineses usam células-tronco embrionárias (aquelas que tem o potencial de gerar qualquer tecido do organismo) ou células de tecidos específicos extraídas de fetos abortados. Ninguém sabe o que os chineses fazem porque eles simplesmente não publicam seus “achados” em revistas científicas.
O que se sabe é que eles cobram caro para submeter os pacientes a experiências que, além de não curar, podem piorar a condição dos doentes. As empresas atraem novos clientes por meio de sites que exibem depoimentos de pessoas que receberam as injeções e dizem ter observado melhorias.
Pode ser efeito placebo. Pode ser um ganho momentâneo provocado por remédios ou fisioterapia. Pode ser qualquer coisa. Inclusive, não ser verdade. É impossível afirmar que essas injeções sejam seguras e eficazes sem acompanhar os pacientes por um longo período, com método científico, e publicar os achados (satisfatórios e insatisfatórios) em revistas científicas. É assim que a ciência caminha. Enquanto isso não é feito, o que os chineses estão fazendo tem nome: charlatanismo.
É compreensível que os brasileiros se comovam com a história de crianças e adultos que enxergam nas promessas chinesas uma única chance. Brasileiro, felizmente, tem coração grande. Mas o altruísmo não pode embotar o conhecimento e a capacidade de reflexão.
Campanhas são feitas em todo o Brasil por famílias que tentam arrecadar dinheiro para a viagem e o falso tratamento. Digo falso porque nas condições em que são oferecidas essas experiências jamais poderiam ser chamadas de tratamento. Carros são doados, municípios inteiros se mobilizam, comunicadores divulgam os apelos.

Melhor seria se a energia e o dinheiro reunidos fossem aplicados na assistência a esses pacientes aqui mesmo no Brasil. Com os recursos terapêuticos que já existem e que foram submetidos ao crivo da ciência. Eles não curam, eles melhoram a qualidade de vida do paciente de forma limitada...Tudo isso é verdade mas, infelizmente, é o que a ciência e a medicina podem oferecer no momento.  
“Ir atrás desses tratamentos na China é uma temeridade”, diz Stevens Rehen, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e pesquisador do Laboratório Nacional de Células-Tronco (Lance). “Não só pelo dinheiro desperdiçado, mas pelo risco envolvido. É difícil transmitir isso a uma família desesperada, mas o fato é que os doentes podem piorar em vez de melhorar.”
Para ficar em apenas dois exemplos, essas experiências podem provocar câncer e doenças autoimunes. Se as células-tronco embrionárias têm o potencial de se transformar em qualquer tecido, elas podem dar origem a um tumor em vez de corrigir o defeito que se pretende corrigir.
As injeções também podem confundir o sistema imune. “Temos uma biblioteca de anticorpos. A injeção de células estranhas pode fazer o organismo atacar aquelas novas células e também as do próprio paciente”, diz Rehen.
Na semana passada, a revista científica Naturepublicou uma investigação sobre esse triste turismo médico na China. Segundo a publicação, o Ministério da Saúde chinês classificou essas experiências como altamente arriscadas e determinou uma auditoria nas empresas antes que elas pudessem oferecer esses serviços. Nenhuma delas recebeu aprovação das autoridades sanitárias da China para funcionar.
A medida não teve nenhum efeito prático.
“Em 2009, havia cerca de cem empresas oferecendo experiências com células-tronco na China”, disse à Nature Doug Sipp, pesquisador do Riken Center for Developmental Biology, em Kobe, no Japão. “Mesmo depois da reforma proposta pelo Ministério da Saúde, essa indústria continua crescendo.”
Em janeiro, o governo chinês anunciou um pacote para moralizar o setor. Qualquer organização que trabalhe com células-tronco deve registrar as pesquisas em andamento e possíveis atividades clínicas, declarar de onde vêm as células-tronco e quais são seus procedimentos em relação à ética em pesquisa.
O Ministério da Saúde chinês pediu às autoridades locais que interrompam qualquer uso clínico de células-tronco que não tenham recebido aprovação prévia. E lançou uma moratória nacional para barrar qualquer novo estudo clínico com células-tronco. Determinou também que não seja cobrado nenhum valor dos pacientes inscritos nessas experiências.
Cobrar milhares de dólares para submeter um paciente a uma experiência, sem nenhuma garantia de segurança e eficácia, é uma das mais sórdidas atividades econômicas desses novos tempos. É muito difícil fazer uma família perceber isso no momento em que se apega a toda e qualquer esperança. Alertar é a obrigação de quem tem distanciamento suficiente para enxergar a cena completa.

Como bem lembra o editorial da Nature, nas décadas de 30 e 40 do século passado, os médicos se convenceram de que o acesso à lobotomia (intervenção cirúrgica radical no cérebro para tratar esquizofrenia e outros males) era tão ugente que não seria possível aguardar o processo de comprovação de segurança e eficácia. Os cérebros de milhares de pacientes foram mutilados antes que os críticos conseguissem reunir argumentos e evidências suficientes para banir o uso da lobotomia.
É grande a semelhança com o que acontece hoje na China.
Infelizmente, a ciência não avança na velocidade esperada pela sociedade. Mas cautela é fundamental. Nesta semana, o Brasil deu mais um passo ao anunciar a liberação de R$ 15 milhões para estimular as pesquisas com células-tronco em oito centros de tecnologia celular.
Todo dinheiro é bem-vindo, mas é preciso ir além. Não é de hoje que os pesquisadores lutam contra a burocracia da Anvisa para conseguir importar reagentes e material biológico. As células não chegam ou chegam mortas aos laboratórios. São desperdiçados tempo, energia e dinheiro.
Os centros também precisam de novas regras para conseguir contratar pessoal com rapidez e com salários atraentes. No laboratório de Rehen, os profissionais são contratados por meio de bolsas. É difícil, quase impossível, reter um bom pesquisador com salários entre R$ 2 mil e R$ 2,5 mil.
“Acabei de perder um ótimo profissional. Vai trabalhar na L’Oréal, em Paris”, diz Rehen.
Sorte do garoto. Azar o nosso.


"Melhor seria se a energia e o dinheiro reunidos fossem aplicados na assistência a esses pacientes aqui mesmo no Brasil." (Cristiane Segatto)
A meu ver, melhor seria se o Brasil investisse mais nesse campo da medicina e o tratamento com células-tronco fosse acessível a todos os Brasileiros, dentro do próprio País.
Os tratamento de células-tronco oferecido pelos chineses, segundo a matéria, é enganação (engodo). Como se explica então o sucesso no transplante do policial, feito no ano passado, em Salvador, no Brasil !?

O milagre da ciência e da medicina vindo da Bahia de todos os santos 

Ninguém melhor para opinar se o tratamento é ou não eficaz seria os pais das crianças submetidas ao tratamento com células-tronco, eles sim podem avaliar se o tratamento foi ou não eficaz e cabe a eles decidir o que é melhor para os filhos deles.

Transplante com CÉLULAS TRONCO, eu fiz!!!
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quarta-feira, 21 de março de 2012

Células-tronco de medula e de cordão: qual a diferença?

Células-tronco de medula e de cordão: qual a diferença? 

As células-tronco encontradas no cordão umbilical são mais jovens, portanto, mais eficazes na hora do tratamento 

Os estudos com células-tronco vêm crescendo cada vez mais no mundo inteiro. Hoje, já são mais de 80 doenças que podem ser tratadas ou curadas com a ajuda delas, e mais de 200 estão sendo pesquisadas. Pode-se retirar células-tronco da medula, da gordura, da poupa dentária e do cordão umbilical. Mas qual é a diferença entre elas? 

Apesar de muitos pensarem que são células embrionárias, as células-tronco encontradas no cordão umbilical são células adultas, ou seja, elas possuem a mesma capacidade daquelas encontradas na medula óssea para se multiplicar e se transformar em qualquer tecido do corpo, como: sangue, ossos, nervos, músculos, entre outros. 

Entretanto, por serem consideradas virgens, são mais eficazes na hora do tratamento, pois nunca receberam nenhuma interferência de radiação, medicamentos, diferente do que ocorre nas encontradas na medula óssea, pois possuem a mesma idade de seu doador. Por exemplo: se o doador de medula óssea tem 60 anos, considera-se que suas células-tronco também tem a mesma idade, já que passaram por diversas modificações e não estão tão aptas quanto às encontradas no cordão umbilical para ajudar no tratamento de doenças. 

"Para aqueles que querem doar as células-tronco da medula óssea o ideal é fazer isso o mais cedo possível, pois quanto mais jovem for o doador, mais saudáveis serão as suas células e, consequentemente, funcionarão melhor na hora do tratamento, por isso incentivamos as mamães a coletar as células-tronco do cordão umbilical do seu bebê na hora do parto, seja para serem armazenadas em um banco privado, onde estarão disponíveis para o doador, ou para o banco público, onde estarão disponíveis para qualquer pessoa compatível, é neste momento que a coleta não oferece nenhum risco e as células são as mais puras possíveis", diz Dra. Adriana Homem, sócia e médica responsável do BCU Brasil (Banco de Cordão Umbilical). 

Para retirar as células-tronco da medula óssea, é necessária uma cirurgia em que se punciona a crista ilíaca.Por ser um procedimento cirúrgico, há alguns riscos. Já para coletar as células-tronco do cordão umbilical é preciso aproveitar o momento do nascimento do bebê, em que retira-se o sangue existente no cordão umbilical antes de se retirar a placenta. Após isso, coleta-se o sangue que sobrou na placenta para aproveitar o máximo de possibilidades de células. 

Independentemente do lugar em que as células são encontradas, o importante é doá-las para um banco público ou armazená-las em um banco privado, isto traz esperanças no tratamento de doenças graves, como câncer, linfomas, diabetes, anemias, etc. Além disso, diversas pesquisas já vêm apresentando resultados positivos, principalmente em lesões musculares e ósseas e é certo que, em breve, as células-tronco serão o grande trunfo da medicina regenerativa. 

Fonte: Bonde

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Agora é a vez da pequena Julianne Thainara


Julianne Thainara Vieira Alves, filha única de Júlio e Leide, nascida no dia 06 de agosto de 1998, estando com 13 anos de idade apresenta quadro neurológico que se iniciou aos 3 anos de idade, após queda da cama e após 1 dia, começou a desenvolver uma hemiparesia associada a quadro cerebelar, tendo deixado de andar com 5 anos.
A função cognitiva foi relativamente preservada e apresenta dificuldade para mastigar e deglutir. 
Começou a ter convulsões há cerca de 4 anos, fazendo uso de fenobbarbital 80 gotas ao dia, com contrle parcial das mesmas. Não tem queixas visuais ou problemas auditivos. 

A pequena será submetida a um tratamento com células-tronco na China e os pais da criança iniciaram uma campanha e pedem ajuda para que consigam arrecadar o valor necessário ao tratamento.

Para maiores informações, contato com os pais da pequena Julianne:


Tels.: (79) 9905-3201 / (79) 8827-6892 / (79) 8152-2430 / (79) 9145-9644. 

Dados para doação:

Banco: Caixa Econômica Federal
Ag: 2448 
C/P: 4436-2 
Favorecido: Julianne Thaynara Vieira Alves 

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Djair Júnior ainda precisa de nossa ajuda


Djair Júnior é portador de Paralisia Cerebral Espastica, tem 5 anos, nasceu em Recife/PE, no dia 10/08/2006.

Apelo feito pela Rita de Cássia, mãe do pequeno Djair Júnior 

Apelo de uma Mãe que luta pela vida de seu filho (Júnior)

Fomos à China com a ajuda de todos, mas passamos fome, frio calor, roubo, tristeza, alegrias, sofrimento mais nada me fez desistir de lutar. Sou feliz senhor por tudo pela minha família, pela minha filha, que tão pequenininha e já se torna uma pessoa adulta, por ajudar do seu jeito de aceitar as opções que damos no momento a ela.

Eu estou aqui pedindo que todos os amigos que eu conheço e que ainda não conheço, que nos ajude. Estou desafiando o dia a dia, a medicina, a palavra negativa, qualquer um médico, que de alguma forma é dita, porque nos mães de uma criança ESPECIAL SÓ QUERERMOS VER UM SORRISO NO ROSTO, uma qualidade de vida, o andar, nem sempre é tudo, o que pra muitos é pouco pra nos é muita coisa. Não pedimos pra ter um filho ESPECIAL, Deus nos escolheu porque ele sabe que somos especiais.

Então me ajude, Júnior precisa de todos vcs, células-tronco não é milagre, nem sei ao certo o que é, só sei que pode ser o melhor pra ele ter um bom resultado, ele ainda precisa de tratamento e pra isso pedimos que todos divulguem seu cartaz ou faça uma doação. 

Rita de Cássia (mãe do Jr)

Doações podem ser feitas nos Bancos:

Bradesco
Agencia:708-0 
C/Poupança:1000458-6
Favorecido: Djair Ferreira Teodosio Júnior

Banco do Brasil

Agência: 4004-5
C/Poupança: 12.716-7
Variação: 1
Favorecido: Djair Ferreira Teodosio Júnior 

Contato: 069-3541-4982 ou 069-8435-2209 
Email: cassiateodosio@hotmail.com

Conheça a história do pequeno: 

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Reynaldo Gianecchini passou por um auto-transplante de células-tronco


Reynaldo Gianecchini em luta contra câncer linfomático 

Gianecchini receberá alta nos próximos dias, informa hospital


O ator Reynaldo Gianecchini, 40, receberá alta nos próximos dias do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde está internado para tratamento de um linfoma T. Gianecchini passou por um auto-transplante de células-tronco na última quinta-feira (12), como parte do tratamento contra o câncer. As informações são de boletim médico divulgado na tarde desta segunda-feira (23) pela equipe médica, coordenada pela dra. Yana Novis e pelo dr. Vanderson Rocha. 
Gianecchini "apresentou recuperação da função da medula óssea e passa bem. Deve receber alta nos próximos dias, mas manterá os controles médicos periódicos para acompanhamento", segundo o comunicado do hospital.
O ator foi diagnosticado com um linfoma não Hodgkin em agosto do ano passado. Desde então, vem sendo submetido a sessões regulares de quimioterapia.
Entenda o transplante
Um transplante autólogo não precisa de doador, uma vez que o paciente usa suas próprias células-tronco no procedimento. O material do ator foi coletado anteriormente, as células-tronco foram separadas e mantidas congeladas, para agora serem reinfundidas. Para se preparar para o transplante, o ator foi internado e recebeu quimioterapia.
Esse procedimento é necessário para matar todo o sistema imunológico do paciente - inclusive possíveis células cancerígenas que ainda existam. Assim, ele ficará pronto para receber as novas células. O transplante autólogo dura pouco mais de duas horas: o paciente recebe as células por meio de um cateter, como se recebesse uma transfusão de sangue. A expectativa é de que após 15 dias essas células passem a produzir novas células do sangue - é a fase crucial, chamada de "pega" da medula.
Fonte: A Crítica

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Medicina Veterinária aposta em células-tronco para curar animais


A médica veterinária Michele Barros afirma que são utilizadas células-tronco retiradas do dente-de-leite de gatos para tratar esses animais.

A gata Ariel, que sofre de insuficiência renal crônica, de tempos em tempos, necessita dessa aplicação. Com o auxílio do ultrassom, as células-tronco são injetadas nos seus rins. Ela parou de sofrer e já voltou a comer, segundo seu dono, Roberto. Sua preocupação é proporcionar a ela melhor qualidade de vida, mesmo com a consciência de que não se pode vencer a morte. Ainda dormindo, Ariel deixa a clínica e volta para casa em grande estilo.

Outro caso de aplicação de células-tronco é o da cadela Raica, que se trata de leucemia canina, doença fatal. “Ela estava condenada. Faz três anos que estaria condenada”, diz Sandra, sua dona. Raica mostrou melhora após receber aplicações na veia e na medula, quando voltou a latir.

Terapias com células-tronco, em animais de estimação, podem significar mais tempo de vida. Em animais como Shining, um cavalo, o tratamento pode fazer a diferença entre uma carreira de sucesso e sua aposentadoria precoce. Ele sofreu rompimento de dois tendões, durante sua primeira competição de “laço ao bezerro”. O veterinário retirou células-tronco da gordura do traseiro e aplicou-as na pata, e, como num passe de mágica, Shining voltou a treinar em três meses.

É bem possível que, além de regenerar órgãos e tecidos, os cientistas possam fazer de uma pequena célula um animal inteiro, um perfeito clone desses seres muito amados, os animais de estimação.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

China restringe tratamentos e testes clínicos com células-tronco

China restringe tratamentos e testes clínicos com células-tronco
A China ordenou a suspensão de todos os tratamentos e testes clínicos com células-tronco que não tiverem a aprovação oficial, informou a mídia estatal nesta terça-feira (10/01/2012), no momento em que o governo tenta controlar a ampla oferta de tratamentos com células-tronco no país. O Ministério da Saúde também parou de aceitar novos requerimentos para programas de células-tronco, proibição que irá durar até julho e ocorre no momento em que a China começa um programa de um ano para melhorar a regulamentação do setor, disse um porta-voz do ministério, segundo a agência Xinhua.
Um número crescente de hospitais e clínicas especializadas em grandes cidades da China tem oferecido tratamento com células tronco nos últimos anos para tratar de doenças desde câncer e Alzheimer até lesões na coluna vertebral. Esses tratamentos têm pouco ou nenhum fundamento científico e são considerados, no melhor dos casos, experimentais. Alguns casos envolvem grandes hospitais, em que pacientes pagam milhares - senão dezenas de milhares - de dólares para tratamentos que são divulgados na internet.
Um porta-voz do ministério disse que provedores de serviços de saúde não poderiam mais cobrar por usos experimentais de células-tronco. Segundo médicos, pacientes e seus parentes que conversaram anteriormente com a Reuters, aqueles que receberam tratamento tiveram pouca ou nenhuma melhora nos problemas de saúde e muitos morreram por causa disso.
Recibos vistos pela Reuters indicam que um desses hospitais é administrado pelo exército chinês. Tais tratamentos com células-tronco não ocorrem apenas na China. Especialistas alertaram contra clínicas e hospitais no México, na Índia, Turquia, Rússia e em outros países que oferecem tratamentos semelhantes que não foram testados clinicamente e não são reconhecidos como procedimentos padrão.
Fonte: Terra

domingo, 8 de janeiro de 2012

O céu ganhou mais um anjinho "Sara Kelly fez sua partida"


Sarah Kelly Bezerra S. Miranda, estava com 7 anos e era portadora de doenças cardíacas congênitas (CIA, CIV, TGA e estenose pulmonar) + paralisia cerebral, adquirida aos 5 meses numa parada respiratória num processo infeccioso durante um internamento.

Depois de uma longa campanha a pequena conseguiu em 2011 realizar o tratamento com células-tronco na Alemanha.

O céu ganhou mais um anjinho

A pequenina Sara Kelly fez a sua partida...

Sarinha estava internada, já alguns dias com pneumonia, no Hospital da Unimed em Feira de Santana e infelizmente veio ao óbito hoje (08/01/2012)

O sepultamento será amanhã (09/01) às 14h no Jd Celestial, em Feira de Santana - BA

Descanse em paz pequeno anjo, que seu caminho seja repleto de luz e que Deus conforte o coração dos seus papais, familiares e amigos.

Aryanna, sei de toda sua luta, do amor e dedicação que teve durante esses 7 anos com sua pequena filha e nesse momento, muito emocionada em ter que repassar essa triste notícia, peço a Deus para fortalece-la. Sua missão foi mais do que cumprida, como mãe e ser humano e a pequenina leva com ela a certeza de ter sido aqui muito amada e protegida. 
Você fez o seu melhor.
Força querida!!!

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O milagre da ciência e da medicina vindo da Bahia de todos os santos


O milagre da ciência e da medicina vindo da Bahia de todos os santosPor: Sérgio Pires

Num 2011 tão cheio de tragédias, dramas, mortes, notícias ruins, dá para se pinçar alguma coisa boa? Claro que dá. Houve avanços no Brasil como país, pelo menos em algumas áreas. Muita gente melhorou um pouco, outros tantos se mantiveram, houve mais preocupação com os pobres e miseráveis. Crescemos como economia, tornando-nos a sexta mais forte do Planeta. Mas, a melhor notícia não veio daí. Veio do campo da ciência e da medicina. Veio lá da Bahia, terra de todos os santos, do sotaque diferente, de Caetano, Gil e Ivete Sangalo. Veio de um grupo de médicos especialistas que mostrou que milagres podem acontecer também na vida real. Eles fizeram o milagre. Tiraram da cadeira de rodas uma pessoa que há nove anos e meio vivia enclausurada nela e a fizeram andar. Graças a um transplante de célula-tronco (aquele mesmo método que idiotas fanáticos são contra, que religiões não aceitam e até países reacionários combatem), um policial militar, vítima de acidente de trânsito e que ficou paraplégico, deu seus primeiros passos. Ainda inseguros, ainda amparado, ainda de muletas. Mas andou e o milagre se fez. E até pedalando está.

“Antes eu tinha um tronco que estava vivo e pernas que não respondiam. Agora eu percebo que elas estão vivas, pertencem a mim e depende de mim para que elas acordem”. Essa foi a frase dita pelo paciente, cujo nome vem sendo mantido em sigilo, ao comemorar sua trêmula caminhada inicial, ponto de partida para muitas outras. Alguém aí quer notícia mais maravilhosa que essa? Da ciência e da medicina transformando a vida perdida das pessoas?

Se o absurdo fanatismo religioso, se crenças medievais não impedirem o crescimento das pesquisas, as células-tronco vão ser o caminho da redenção humana. E, nesse quesito, nosso Brasil – e especialmente os baianos – estão dando show de competência.

Fonte: Rondônia Dinâmica

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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Caio Samuel Rumo à China


Caio Samuel nasceu no dia 19 de novembro de 2004, saudável, de parto normal, recebeu alta com 35 horas de vida, mas  retornou ao hospital no 4ª dia de vida, apresentando icterícia, irritação com faces de dor e foi internado com indicação de exosanguineotransfussão (troca de todo o sangue do corpo).
Aos 4 meses de idade foi submetido a uma Resonância de Encêfalo na qual foi diagnosticado paralisia cerebral compatíveis com sequela por kernicterus.

Hoje aos 7 anos de idade, não fala, não anda e tem dificuldades motora.
A esperança é um tratamento com células-tronco que pode ajudá-lo ter mais independência e qualidade de vida. 

O caso de Caio Samuel foi aceito pela Beike Biotech, Clínica na China, para fazer o tramento com células-tronco e depois de 2 anos de campanha, para conseguirem arrecadar o valor do tratamento, o sonho torna-se realidade e o pequeno embarca no dia 29 de dezembro de 2011 rumo à esperança de uma melhor qualidade de vida.

Desejamos ao Caio boa viagem e esperamos que as células-tronco ajam de forma milagrosa em seu pequeno organismo e que os progressos sejam constantes em sua vida.

Que Deus lhe abençoe Caio Samuel...boa viagem!